quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Temer vai fazer um rombo de R$ 20 milhões em publicidade com dinheiro público para defender reforma da Previdência

Temer vai fazer um rombo de R$ 20 milhões em publicidade com dinheiro público para defender reforma da Previdência

Parece que o Rombo alegado é só para os aposentados e os pobres , pois para mídia amiga como a Rede Globo sobra dinheiro para tentar enganar o povo, mas não tem para avisar do recadastramento do BPC

O governo Michel Temer(PMDB/SP)  vai lançar uma campanha publicitária de cerca de R$ 20 milhões para defender a reforma da Previdência na televisão. A propaganda ataca o que chama de "privilégios" dos servidores públicos e afirma que "tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo".

Vejam também: os deputados amigo dele ficar fora da reforma em troca da salvação na denuncia de corrupção

Temer trabalhou  apenas 1 mês e se aposentou com mais de 20 mil 
A propaganda, com um minuto de duração, vai ao ar a partir desta sexta-feira (17) e será exibida por uma semana -principalmente em intervalos de telejornais e novelas. 
"O que vamos fazer de mais importante é combater os privilégios. Tem muita gente no Brasil que trabalha pouco, ganha muito e se aposenta cedo", diz um ator na peça, a que a reportagem teve acesso.

Vejam também: os deputados que salvaram ele para continuar acabando com aposentadoria do povo
O Palácio do Planalto decidiu fazer uma campanha de massa para tentar retomar o debate sobre a reforma, reduzir a resistência da população ao tema e, consequentemente, conter a pressão sofrida pelos parlamentares em suas bases eleitorais. 
O custo total da campanha ainda não foi calculado, mas fontes do governo estimam as despesas em R$ 20 milhões com o vídeo e a compra de espaço publicitário na TV. A peça foi produzida pelas três agências que atendem ao Planalto: Calia, Artplan e NBS. 
O combate aos privilégios é o mote principal da campanha, citado três vezes na peça. "Com a reforma, servidores públicos ou não terão regras equivalentes. A nossa maior preocupação é manter aposentadorias e pensões sendo pagas em dia. Para isso, temos que cortar os privilégios", afirma o texto. 
O governo também destaca que a nova versão da reforma da Previdência mantém as regras de aposentadoria para trabalhadores rurais, deficientes e idosos de baixa renda, e que as regras serão implementadas ao longo de 20 anos. 
Deputados da base aliada, principalmente os do Nordeste, cobravam um esforço do Planalto para ressaltar que a proposta original, que previa regras mais rígidas para aposentadoria, foi flexibilizada. 
"Com a reforma, a idade mínima pra se aposentar vai aumentar aos poucos. Só daqui a 20 anos a idade para se aposentar será de 62 anos para mulheres e 65 para homens. Para pessoas com deficiência e idosos que recebem esse beneficio, a reforma da Previdência não muda nada. E também não muda nada para os trabalhadores rurais", afirma a peça. 
O Planalto já tentou realizar outras campanhas para contornar a impopularidade da reforma. A primeira foi ao ar em outubro de 2016. Todas as peças foram suspensas em maio, quando a delação da JBS envolveu Temer e enterrou as esperanças do governo de aprovar a proposta.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Depois de perdoar bilhoes de dívidas de empresas, Temer quer Trabalhador contribuindo 44 anos para aposentadoria

[Trabalhador teria de contribuir 44 anos para ter teto da aposentadoria]Nova proposta de reforma da Previdência, pode vir com uma regra que reduz o valor do benefício de quem ganha acima do salário mínimo.
A fórmula de cálculo em estudo pelo governo e pela Câmara, à qual a Folha teve acesso, exigirá 44 anos de contribuição previdenciária para o trabalhador receber o valor máximo do benefício.
A regra prevê que o benefício para quem completar idade mínima e 15 anos de contribuição seja equivalente a 50% da média salarial do trabalhador. A mudança não afeta quem tem direito a um salário mínimo, que tem o valor integral garantido.
Após os 15 anos de contribuição, a fórmula prevê o aumento de um ponto percentual por ano de 16 a 25 anos de contribuição; 1,5 ponto de 26 a 30 anos; 2 pontos de 31 a 35 anos e 2,5 pontos a partir de 36 anos de contribuição, com limite de 100%.
O texto já aprovado pela comissão especial na Câmara exige 40 anos de contribuição para ter acesso ao valor máximo do benefício. O relatório do deputado Arthur Maia (PPS-BA) reduziu os 49 anos previstos na proposta original do governo. Agora uma nova proposta está sendo elaborada para compensar a redução de economia prevista para os próximos anos com a flexibilização da reforma.
Arthur Maia anunciou, na semana passada, que ele e o governo negociam com líderes da base uma nova versão da reforma. Ele adiantou que vai retirar a exigência de 25 anos de contribuição e manter os atuais 15 anos. Afirmou, ainda, que manterá a proposta de idade mínima de 65 anos (homem) e 62 (mulheres).
A expectativa é que mudanças na aposentadoria rural e no benefício assistencial pago a pessoas com deficiência e idosos de baixa renda também sejam retiradas.
Nesse contexto, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, declarou que a redução da proposta não pode ser superior a 50% da economia prevista originalmente. O texto do governo previa cerca de R$ 800 bilhões de ganho com a reforma, mas o relatório aprovado na comissão prevê 75% da economia original.
'OSSO'
Em entrevista à Folha, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta terça-feira (14) que não é possível fazer mais flexibilizações na reforma previdenciária e que ela "já chegou no osso".
Segundo ele, não haverá redução na idade mínima para mulheres, de 62 para 60 anos, apesar da pressão da base. "O governo cumpriu seu papel quando aceitou fazer flexibilizações, agora é hora do Congresso votar."
A mudança na idade mínima tem sido reivindicada por deputadas e senadoras governistas. No governo, há assessores que consideram a redução como uma carta na manga caso a proposta enfrente resistências no plenário.
A tramitação da reforma da Previdência parou em maio, após a aprovação do texto em comissão especial. Para entrar em vigor, a proposta depende de aprovação dos plenários da Câmara e do Senado, em dois turnos, e com o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares em cada Casa. 

sábado, 11 de novembro de 2017

Temer e PSDB provocam queda na arrecadação da previdencia com Reforma Trabalhista, mas querem que o povo pague essa conta trabalhando 49 anos



A reforma trabalhista, que entra em vigor neste sábado, deve reduzir a massa salarial dos brasileiros – e, portanto, também a arrecadação previdenciária; "A massa salarial pode diminuir, então a tendência é que a reforma prejudique a receita do governo", diz Clemente Ganz Lúcio, diretor do Dieese; isso significa que o rombo fiscal do governo Temer, que anda próximo à meta de R$ 159 bilhões na gestão de Henrique Meirelles, pode se tornar ainda mais agudo; ou seja: a "reforma trabalhista", vendida como panaceia por Michel Temer, piora as contas da Previdência
Temer e PSDB provocam queda na arrecadação da previdencia com Reforma Trabalhista, mas querem que o povo pague essa conta
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247  Uma reportagem especial de Ricardo Balthazar e Natália Portinari, publicada neste sábado na Folha de S. Paulo, descobre o óbvio: a reforma trabalhista deteriora as contas da Previdência.
"Muitos especialistas projetam que, com as mudanças, a reforma põe em xeque o futuro da arrecadação previdenciária do governo federal. O trabalhador intermitente, por exemplo, ganha por horas, dias ou meses sem continuidade. O rendimento tributável pode ser menor que um salário mínimo por mês", dizem os jornalistas.
"A massa salarial pode diminuir, então a tendência é que a reforma prejudique a receita do governo", diz Clemente Ganz Lúcio, diretor do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Isso significa que o rombo fiscal do governo Temer, que anda próximo à meta de R$ 159 bilhões na gestão de Henrique Meirelles, pode se tornar ainda mais agudo.
e também os Senadores vagabundos que aniquilaram direitos trabalhistas e querem acabar com aposentadoria

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Temer diz que pedirá ao povo apoio a Reforma da Previdência e acabar com aposentadoria

Temer diz que pedirá ao povo apoio a Reforma da Previdência e acabar com aposentadoria
Temer diz que pedirá ao povo apoio a Reforma da Previdência e acabar com aposentadoriaEm vídeo divulgado no Twitter, o presidente Michel Temer pediu na noite desta terça-feira (7) apoio aos cidadãos do país para aprovar a reforma da Previdência, em tramitação no Congresso Nacional.

Em vídeo divulgado no Twitter, o presidente Michel Temer pediu na noite desta terça-feira (7) apoio aos cidadãos do país para aprovar a reforma da Previdência, em tramitação no Congresso Nacional.

Depois de reuniões com líderes da Câmara dos Deputados, ontem, e do Senado, hoje, o governo já admite mudanças no texto da reforma para que, pelo menos, parte dela seja aprovada ainda este ano. Como se trata de emenda Constitucional, para aprovar a reforma na Câmara serão necessários, pelo menos, 308 votos favoráveis.
“Você, meu amigo que está me ouvindo, quando possa, converse com seu amigo, no seu trabalho, na sua atividade, na sua casa, converse onde estiver mostrando a todos que a reforma previdenciária é fundamental para o nosso país para que ele continue a desenvolver-se, como vem desenvolvendo até o presente momento”, disse Temer.
No vídeo, Temer ressalta a importância da reforma, mas diz que o governo “cumpriu seu dever” ao enviar o texto ao Parlamento, em uma sinalização de que a responsabilidade, agora, é de deputados e senadores.
“Nós fizemos reformas importantes para o Estado brasileiro e não é sem razão que o Estado brasileiro começou a crescer, os preços baixaram, o emprego está voltando, os juros caíram e o Brasil está no caminho certo. O governo cumpriu o seu dever, remeteu ao Congresso Nacional a reforma da Previdência. Tenho conversado muito sobre isso”, disse o presidente no vídeo.
Na rede social, Temer disse ainda que, nas reuniões com os líderes da Câmara e do Senado, percebeu a disposição deles em aprovar a reforma previdenciária e que “toda a sua energia” será voltada para isso.
“Uma reforma que dê oportunidades iguais para todos, ou seja, uma Previdência igual para todos os brasileiros, cortando privilégios, e também estamos fazendo um esforço para que hoje e no futuro os aposentados possam receber suas pensões, aqueles que vieram aposentar também possam receber. E tenho absoluta convicção. Quero transmitir a ideia de que toda a minha energia está voltada para concluir a reforma da Previdência”, disse Temer.

Fonte: UOL via Falando Verdades

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Temer vai cortar benefício de até 4,7 milhões de idosos, o chamado BPC

Temer vai cortar benefício de até 4,7 milhões de idosos, o chamado BPC, mas perdoou bilhões em dívidas de empresasBPC ou Beneficio de Prestação Continuado é aquele benefício instituído pela LOAS que garante um salário mínimo pra idosos que não tem direito a aposentadoria por falta de contribuição, como por exemplo o trabalhador rural que nunca contribuiu e tem mais de 65 anos e pessoas com deficiência incapacitante moderada ou grave e cuja renda per capita familiar seja de até 1/4 do salario mínimo.

É a população vulnerável e o Governo Temer do PMDB decretou em julho de 2016 que todos os beneficiários estão obrigados a se cadastrar no CADÚNICO até 31/12/2017 caso contrário terão benefício cortado. Até aí tudo bem. Porém propositalmente não fizeram uma campanha pra alertar a população para o cadastro, com isso a maioria não ficou sabendo. Como exemplo, em BH 14.500 pessoas idosas são beneficiárias e até agora só 1.400 cadastraram e a proporção é a mesma em todo o país.
Mais de 4,7 milhões de pessoas recebem o benefício e quase todas elas vão perdê-lo. É um absurdo, uma maldade. Ajude a divulgar.
Do Plantão Brasil
Vejam os deputados que o mativeram no poder CLICANDO AQUI

CNBB, OAB e Cofecon se manifestam contra a reforma da Previdência, mas corruptos insistem em tirar aposentadoria do povo


CNBB, OAB e Cofecon se manifestam contra a reforma da Previdência, mas corruptos insistem em tirar aposentadoria do povo
Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (Cofecon) manifestaram-se hoje (19) contra a reforma da Previdência. Em nota, as três entidades disseram que é necessário que a sociedade brasileira esteja atenta às “ameaças de retrocessos”.
“A PEC 287 [Proposta de Emenda à Constituição] vai na direção oposta à necessária retomada do crescimento econômico e da geração de empregos, na medida em que agrava a desigualdade social e provoca forte impacto negativo nas economias dos milhares de pequenos municípios do Brasil”, diz a nota. “A ampla mobilização contra a retirada de direitos, arduamente conquistados, perceptível nas últimas manifestações, tem forçado o governo a adotar mudanças. Possíveis ajustes necessitam de debate com a sociedade para eliminar o caráter reducionista de direitos.”
A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 287/16 está reunida para a leitura do parecer do relator, Arthur Maia (PPS-BA), sobre o projeto. A previsão é que o texto seja votado na comissão na próxima semana.
Para as entidades, nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações. “A reforma da Previdência não pode ser aprovada apressadamente, nem pode colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população. Os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência”, dizem as entidades.
Para a CNBB, a OAB e a Cofecon, as mudanças nas regras da seguridade social têm de garantir a proteção aos vulneráveis, idosos, titulares do Benefício de Prestação Continuada (BPC), enfermos, acidentados, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais. “As mulheres merecem atenção especial, particularmente na proteção à maternidade.”
As entidades pedem ainda uma auditoria na Previdência Social que justifique a reforma proposta.
“Sem números seguros e sem a compreensão clara da gestão da Previdência, torna-se impossível uma discussão objetiva e honesta, motivo pelo qual urge uma auditoria na Previdência Social. Não é correto, para justificar a proposta, comparar a situação do Brasil com a dos países ricos, pois existem diferenças profundas em termos de expectativa de vida, níveis de formalização do mercado de trabalho, de escolaridade e de salários. No Brasil, 2/3 dos aposentados e pensionistas recebem o benefício mínimo, ou seja, um salário mínimo, e 52% não conseguem completar 25 anos de contribuição”, argumentam as entidades.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Após Temer cortar Auxilio doença do povo e querer o povo trabalhando 49 anos, Senador do PMDB diz Excesso de trabalho prejudicou saúde de Temer #TemervaiproSUS

O senador peemedebista Raimundo Lira foi o primeiro a visitar o presidente Michel Temer no hospital



O senador peemedebista Raimundo Lira foi o primeiro a visitar o presidente Michel Temer no hospital

O líder do PMDB no Senado, o senador Raimundo Lira, foi o primeiro a visitar o Presidente da República, Michel Temer, no Hospital do Exército. Antes de entrar na unidade, ele conversou com jornalistas e disse que soube que o estado de saúde de Temer não é grave e associou a ocorrência ao "excesso de trabalho". "Muita preocupação, ele está dando o máximo para fazer o trabalho dele e naturalmente isso prejudicou a saúde", disse o peemedebista antes de entrar no hospital. 
Veja Temer ,Senadores e deputados acabando com beneficios de trabalhadores doentes  http://m.folha.uol.com.br/mercado/2017/05/1889185-senado-aprova-pente-fino-em-auxilio-doenca-e-aposentadoria-por-invalidez.shtml
https://www.brasildefato.com.br/2016/07/14/temer-vai-cortar-auxilio-de-trabalhadores-afastados-por-doenca/

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

CPI: MAIORES SONEGADORES DEVEM QUASE R$ 1 TRILHÃO À PREVIDÊNCIA, MAS TEMER E PSDB QUEREM COBRAR DO TRABALHADOR

Vejam como votou os deputados para livrar Temer da segunda denuncia e acabar com aposentadoria do povo

Em denúncia, PGR acusava Temer de organização criminosa e obstrução de Justiça
Em denúncia, PGR acusava Temer de organização criminosa e obstrução de Justiça
Depois da tentativa da oposição de obstruir a votação da segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara dos Deputados, o Plenário da Casa atingiu quórum suficiente e, na noite desta quarta-feira (25), aprovou por maioria a rejeição da denúncia por obstrução da Justiça e organização criminosa contra o peemedebista.
Vejam Também Senadores que salvaram o Aecio neves em troca do apoio do PSDN na salvação de Temer e acabar com aposentadoria do Povo
A denúncia havia sido oferecida pela procuradoria-geral da República com base nas delações da JBS. De acordo com órgão, Temer, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), formaram uma organização criminosa que teria recebido ao menos R$ 587 milhões em propina e atuado para atrapalhar as investigações.
Foram 251 votos favoráveis ao parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomendava a não autorização da abertura de inquérito contra Temer no STF. 233 deputados votaram contra o parecer. Para que o inquérito fosse autorizado, eram necessários 342 votos. Com a decisão, Temer, que liberou milhões em emendas parlamentares, segue sendo o único presidente da história a ser denunciado em pleno exercício do mandato e, mais do que isso, ter as denúncias rejeitadas. Em agosto, o peemedebista foi salvo na Câmara de ter inquérito aberto no STF por corrupção passiva.
Relembrem a conversa dele com Dono da JBS

Os deputados que votaram "sim" , aprovaram o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou o arquivamento da denúncia, os ausentes e abstenções ajudaram Temer a atingir os votos necessários para não ser investigado, enquanto os deputados que votaram "não" rejeitaram o relatório e foram favoráveis ao prosseguimento da investigação pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Veja a ordem de votação por estado:

Roraima
Abel Mesquita Jr. (DEM) – não
Carlos Andrade (PHS) – não
Édio Lopes (PR) – sim
Hiran Gonçalves (PP) – sim
Jhonatan de Jesus (PRB) – sim
Maria Helena (PSB) – sim
Remídio Monai (PR) – sim
Shéridan (PSDB) – não
Rio Grande do Sul
Afonso Hamm (PP) – não
Afonso Motta (PDT) – não
Alceu Moreira (PMDB) – sim
Bohn Gass (PT) – não
Cajar Nardes (Pode) – sim
Carlos Gomes (PRB) – sim
Covatti Filho (PP) – sim
Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – não
Darcísio Perondi (PMDB) – sim
Giovani Cherini (PDT) – sim
Heitor Schuch (PSB) – não
Henrique Fontana (PT) – não
Jerônimo Goergen (PP) – não
João Derly (Rede) – não
Jones Martins (PMDB) – sim
José Fogaça (PMDB) – sim
José Otávio Germano (PP) – sim
Jose Stédile (PSB) – não
Luis Carlos Heinze (PP) – não
Marco Maia (PT) – não
Marcon (PT) – não
Maria do Rosário (PT) – não
Mauro Pereira (PMDB) – sim
Onyx Lorenzoni (DEM) – não
Paulo Pimenta (PT) – não
Pepe Vargas (PT) – não
Pompeo de Mattos (PDT) – não
Renato Molling (PP) – sim
Ronaldo Nogueira (PTB) – sim
Sérgio Moraes (PTB) – sim
Yeda Crusius (PSDB) – ausente
Santa Catarina
Carmen Zanotto (PPS) – não
Celso Maldaner (PMDB) – sim
Cesar Souza (PSD) – sim
Décio Lima (PT) – não
Esperidião Amin (PP) – não
Geovania de Sá (PSDB) – não
João Paulo Kleinübing (PSD) – não
João Rodrigues (PSD) – sim
Jorge Boeira (PP) – não
Jorginho Mello (PR) – não
Marco Tebaldi (PSDB) – ausente
Mauro Mariani (PMDB) – não
Pedro Uczai (PT) – não
Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – sim
Ronaldo Benedet (PMDB) – sim
Valdir Colatto (PMDB) – sim
Amapá
André Abdon (PP) – sim
Cabuçu Borges (PMDB) – sim
Janete Capiberibe (PSB) – não
Jozi Araújo (Pode) – sim
Marcos Reategui (PSD) – sim
Professora Marcivania (PCdoB) – não
Roberto Góes (PDT) – Ausente
Vinicius Gurgel (PR) – Ausente
Pará
Arnaldo Jordy (PPS) – não
Beto Faro (PT) – não
Beto Salame (PP) – sim
Delegado Éder Mauro (PSD) – não
Edmilson Rodrigues (Psol) – ausente
Elcione Barbalho (PMDB) – sim
Francisco Chapadinha (Pode) – sim
Hélio Leite (DEM) – sim
Joaquim Passarinho (PSD) – não
José Priante (PMDB) – sim
Josué Bengtson (PTB) – sim
Júlia Marinho (PSC) – sim
Lúcio Vale (PR)- sim
Nilson Pinto (PSDB) – sim
Simone Morgado (PMDB) – sim
Wladimir Costa (SD) – sim
Zé Geraldo (PT) – não
Paraná
Alex Canziani (PTB) – sim
Alfredo Kaefer (PSL) – sim
Aliel Machado (Rede) – não
Assis do Couto (PDT) – não
Christiane de Souza Yared (PR) – não
Delegado Francischini (SD) – não
Diego Garcia (PHS) – não
Dilceu Sperafico (PP) – sim
Edmar Arruda (PSD) – sim
Enio Verri (PT) – não
Evandro Roman (PSD) – sim
Giacobo (PR) – sim
Hermes Parcianello (PMDB) – sim
João Arruda (PMDB) – sim
Leandre (PV) – não
Leopoldo Meyer (PSB) – não
Luciano Ducci (PSB) – não
Luiz Carlos Hauly (PSDB) – sim
Luiz Nishimori (PR) – sim
Nelson Meurer (PP) – sim
Nelson Padovani (PSDB) – sim
Osmar Bertoldi (DEM) – sim
Osmar Serraglio (PMDB) – sim
Reinhold Stephanes (PSD)- sim
Rubens Bueno (PPS) – não
Sandro Alex (PSD) – sim
Sergio Souza (PMDB) – sim
Takayama (PSC) – sim
Toninho Wandscheer (Pros) – sim
Zeca Dirceu (PT) – não
Mato Grosso do Sul
Carlos Marun (PMDB) – sim
Dagoberto Nogueira (PDT) – não
Elizeu Dionizio (PSDB) – sim
Geraldo Resende (PSDB) – sim
Mandetta (DEM) – não
Tereza Cristina (PSB) – sim
Vander Loubet (PT) -não
Zeca do PT (PT) – não
Amazonas
Alfredo Nascimento (PR) – sim
Átila Lins (PSD) – sim
Carlos Souza (PSD) – ausente
Conceição Sampaio (PP) – não
Hissa Abrahão (PDT) – ausente
Pauderney Avelino (DEM) – sim
Sabino Castelo Branco (PTB) – ausente
Silas Câmara (PRB) – sim
Rondônia
Expedito Netto (PSD) – não
Lindomar Garçon (PRB) – sim
Lucio Mosquini (PMDB) – sim
Luiz Cláudio (PR) – sim
Marcos Rogério (DEM) – não
Mariana Carvalho (PSDB) – não
Marinha Raupp (PMDB) – sim
Nilton Capixaba (PTB) – sim
Goiás
Alexandre Baldy (Pode) – sim
Célio Silveira (PSDB) – sim
Daniel Vilela (PMDB) – sim
Delegado Waldir (PR) – não
Fábio Sousa (PSDB) – não
Flávia Morais (PDT) – não
Giuseppe Vecci (PSDB) – sim
Heuler Cruvinel (PSD) – não
João Campos (PRB) – não
Jovair Arantes (PTB) – sim
Lucas Vergilio (SD) – sim
Magda Mofatto (PR) – sim
Marcos Abrão (PPS) – não
Pedro Chaves (PMDB) – sim
Roberto Balestra (PP) – sim
Rubens Otoni (PT) – não
Thiago Peixoto (PSD) – sim
Distrito Federal
Alberto Fraga (DEM) – sim
Augusto Carvalho (SD) – não
Erika Kokay (PT) – não
Izalci Lucas (PSDB) – sim
Laerte Bessa (PR) – sim
Rogério Rosso (PSD) – sim
Ronaldo Fonseca (Pros) – sim
Rôney Nemer (PP) – sim
Acre
Alan Rick (DEM) – não
Angelim (PT) – não
César Messias (PSB) – não
Flaviano Melo (PMDB) – sim
Jéssica Sales (PMDB) – sim
Leo de Brito (PT) – não
Moisés Diniz (PCdoB) – não
Rocha (PSDB) – não
Tocantins
Carlos Henrique Gaguim (Pode) – sim
César Halum (PRB) – sim
Dulce Miranda (PMDB) – sim
Irajá Abreu (PSD) – não
Josi Nunes (PMDB) – ausente
Lázaro Botelho (PP) – sim
Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM) – sim
Vicentinho Júnior (PR) – sim
Mato Grosso
Adilton Sachetti (PSB) – sim
Carlos Bezerra (PMDB) – sim
Ezequiel Fonseca (PP) – sim
Fabio Garcia (PSB) – sim
Nilson Leitão (PSDB) – sim
Professor Victório Galli (PSC) – sim
Rogério Silva (PMDB) – sim
Ságuas Moraes (PT) – não
São Paulo
Alex Manente (PPS) – não
Alexandre Leite (DEM) – abstenção
Ana Perugini (PT) – não
Andres Sanchez (PT) – não
Antonio Bulhões (PRB) – sim
Antonio Carlos Mendes Thame (PV) – não
Arlindo Chinaglia (PT) – não
Arnaldo Faria de Sá (PTB) – não
Baleia Rossi (PMDB) – sim
Beto Mansur (PRB) – sim
Bruna Furlan (PSDB) – sim
Capitão Augusto (PR) – não
Carlos Sampaio (PSDB) – não
Carlos Zarattini (PT) – não
Celso Russomanno (PRB) – sim
Dr. Sinval Malheiros (Pode) – sim
Eduardo Bolsonaro (PSC) – não
Eduardo Cury (PSDB) – não
Eli Corrêa Filho (DEM) – sim
Evandro Gussi (PV) – sim
Fausto Pinato (PP) – sim
Flavinho (PSB) – não
Gilberto Nascimento (PSC) – sim
Goulart (PSD) – sim
Guilherme Mussi (PP) – sim
Herculano Passos (PSD) – sim
Ivan Valente (Psol) – não
Izaque Silva (PSDB) – não
Jefferson Campos (PSD) – não
João Paulo Papa (PSDB) – não
Jorge Tadeu Mudalen (DEM) – sim
José Mentor (PT) – não
Keiko Ota (PSB) – não
Lobbe Neto (PSDB) – não
Luiz Lauro Filho (PSB) – não
Luiza Erundina (Psol) – não
Major Olimpio (SD) – não
Mara Gabrilli (PSDB) – ausente
Marcelo Aguiar (DEM) – sim
Marcelo Squassoni (PRB) – sim
Marcio Alvino (PR) – sim
Miguel Haddad (PSDB) – não
Miguel Lombardi (PR) – sim
Milton Monti (PR) – sim
Missionário José Olimpio (DEM) – sim
Nelson Marquezelli (PTB) – sim
Nilto Tatto (PT) – não
Orlando Silva (PCdoB) – não
Paulo Freire (PR) – ausente
Paulo Maluf (PP) – sim
Paulo Pereira da Silva (SD) – sim
Paulo Teixeira (PT) – não
Pollyana Gama (PPS) – não
Pr. Marco Feliciano (PSC) – sim
Renata Abreu (Pode) – não
Ricardo Izar (PP) – sim
Ricardo Tripoli (PSDB) – não
Roberto Alves (PRB) – sim
Roberto de Lucena (PV) – sim
Roberto Freire (PPS) – não
Sérgio Reis (PRB) – não
Silvio Torres (PSDB) – não
Tiririca (PR) – não
Valmir Prascidelli (PT) – não
Vanderlei Macris (PSDB) – não
Vicente Candido (PT) – não
Vicentinho (PT) – não
Vinicius Carvalho (PRB) – sim
Vitor Lippi (PSDB) – não
Walter Ihoshi (PSD) – sim
Maranhão
Aluisio Mendes (Pode) – sim
André Fufuca (PP) – sim
Cleber Verde (PRB) – sim
Eliziane Gama (PPS) – não
Hildo Rocha (PMDB) – sim
João Marcelo Souza (PMDB) – sim
José Reinaldo (PSB) – sim
Julião Amin – (PDT) – não
Junior Marreca (PEN) – sim
Juscelino Filho (DEM) – sim
Luana Costa (PSB) – ausente
Pedro Fernandes (PTB) – sim
Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – não
Sarney Filho (PV) – sim
Victor Mendes (PSD) – sim
Waldir Maranhão (PP) – não
Weverton Rocha (PDT) – não
Zé Carlos (PT) – não
Ceará
Adail Carneiro (PP) – ausente
André Figueiredo (PDT) – não
Aníbal Gomes (PMDB) – sim
Ariosto Holanda (PDT) – não
Cabo Sabino (PR) – não
Chico Lopes (PCdoB) – não
Danilo Forte (PSB) – sim
Domingos Neto (PSD) – sim
Genecias Noronha (SD) – sim
Gorete Pereira (PR) – sim
José Airton Cirilo (PT) – não
José Guimarães (PT) – não
Leônidas Cristino (PDT) – não
Luizianne Lins (PT) – não
Macedo (PP) – sim
Moses Rodrigues (PMDB) – sim
Odorico Monteiro (PSB) – não
Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – sim
Ronaldo Martins (PRB) – sim
Vaidon Oliveira (DEM) – sim
Vicente Arruda (PDT) – não
Vitor Valim (PMDB) – não
Rio de Janeiro
Alessandro Molon (Rede) – não
Alexandre Serfiotis (PMDB) – sim
Alexandre Valle (PR) – sim
Altineu Côrtes (PMDB) – sim
Arolde de Oliveira (PSC) – não
Aureo (SD) – sim
Benedita da Silva (PT) – não
Cabo Daciolo (Avante) – não (pediu intervenção militar)
Celso Jacob (PMDB) – ausente
Celso Pansera (PMDB) – não
Chico Alencar (Psol) – não
Chico D’Angelo (PT) – não
Cristiane Brasil (PTB) – sim
Dejorge Patrício (PRB) – sim
Deley (PTB) – não
Ezequiel Teixeira (Pode) – ausente
Felipe Bornier (Pros) – não
Francisco Floriano (DEM) – sim
Glauber Braga (Psol) – não
Hugo Leal (PSB) – não
Jair Bolsonaro (PSC) – não
Jandira Feghali (PCdoB) – não
Jean Wyllys (Psol) – não
Julio Lopes (PP) – sim
Laura Carneiro (PMDB) – não
Leonardo Picciani (PMDB) – sim
Luiz Carlos Ramos (Pode) – não
Luiz Sérgio (PT) – não
Marcelo Delaroli (PR) – sim
Marcelo Matos (PHS) – não
Marco Antônio Cabral (PMDB) – sim
Marcos Soares (DEM) – ausente
Miro Teixeira (Rede) – não
Otavio Leite (PSDB) – não
Paulo Feijó (PR) – sim
Pedro Paulo (PMDB) –Sim
Roberto Sales (PRB) -sim
Rodrigo Maia (DEM) – presidente da Casa, não vot
Rosangela Gomes (PRB) – sim
Sergio Zveiter (Pode) – não
Simão Sessim (PP) – sim
Soraya Santos (PMDB) – sim
Sóstenes Cavalcante (DEM) – não
Wadih Damous (PT) – não
Walney Rocha (PEN) – sim
Zé Augusto Nalin (PMDB) – sim
Espírito Santo
Carlos Manato (SD) – não
Dr. Jorge Silva (PHS) – não
Evair Vieira de Melo (PV) – não
Givaldo Vieira (PT) – não
Helder Salomão (PT) – não
Lelo Coimbra (PMDB) – sim
Marcus Vicente (PP) – sim
Norma Ayub (DEM) – não
Paulo Foletto (PSB) – não
Sergio Vidigal (PDT) – não
Piauí
Assis Carvalho (PT) – não
Átila Lira (PSB) – sim
Capitão Fábio Abreu (PTB) – não
Heráclito Fortes (PSB) – sim
Iracema Portella (PP) – sim
Júlio Cesar (PSD) – sim
Marcelo Castro (PMDB) – ausente
Paes Landim (PTB) – sim
Rodrigo Martins (PSB) – não
Silas Freire (Pode) – não
Rio Grande do Norte
Antônio Jácome (Pode) – não
Beto Rosado (PP) – sim
Fábio Faria (PSD) – sim
Felipe Maia (DEM) – sim
Rafael Motta (PSB) – não
Rogério Marinho (PSDB) – sim
Walter Alves (PMDB) – sim
Zenaide Maia (PR) – não
Minas Gerais
Adelmo Carneiro Leão (PT) – não
Ademir Camilo (Pode) – sim
Aelton Freitas (PR) – sim
Bilac Pinto (PR) – sim
Bonifácio de Andrada (PSDB) – sim
Brunny (PR) – sim
Caio Narcio (PSDB) – sim
Carlos Melles (DEM) – sim
Dâmina Pereira (PSL) – sim
Delegado Edson Moreira (PR) – sim
Diego Andrade (PSD) – sim
Dimas Fabiano (PP) – sim
Domingos Sávio (PSDB) – sim
Eduardo Barbosa (PSDB) – não
Eros Biondini (Pros) – não
Fábio Ramalho (PMDB) – sim
Franklin (PP) – sim
Gabriel Guimarães (PT) – não
George Hilton (Pros) – não
Jaime Martins (PSD) – não
Jô Moraes (PCdoB) – não
Júlio Delgado (PSB) – não
Laudivio Carvalho (SD) – não
Leonardo Monteiro (PT) – não
Leonardo Quintão (PMDB) – sim
Lincoln Portela (PRB) – não
Luis Tibé (PTdoB) – ausente
Luiz Fernando Faria (PP) – sim
Marcelo Álvaro Antônio (PR) – não
Marcelo Aro (PHS) – sim
Marcos Montes (PSD) – sim
Marcus Pestana (PSDB) – sim
Margarida Salomão (PT) – não
Mário Heringer (PDT) – ausente
Mauro Lopes (PMDB) – sim
Misael Varella (DEM) – sim
Newton Cardoso Jr (PMDB) – sim
Padre João (PT) – não
Patrus Ananias (PT) – não
Paulo Abi-Ackel (PSDB) – sim
Raquel Muniz (PSD) – sim
Reginaldo Lopes (PT) – não
Renato Andrade (PP) – sim
Renzo Braz (PP) – sim
Rodrigo de Castro (PSDB) – sim
Rodrigo Pacheco (PMDB) – abstenção
Saraiva Felipe (PMDB) – sim
Stefano Aguiar (PSD) – não
Subtenente Gonzaga (PDT) – não
Tenente Lúcio (PSB) – sim
Toninho Pinheiro (PP) – sim
Weliton Prado (Pros) – não
Zé Silva (SD) – sim
Bahia
Afonso Florence (PT) – não
Alice Portugal (PCdoB) – não
Antonio Brito (PSD) – não
Antonio Imbassahy (PSDB) – sim
Arthur Oliveira Maia (PPS) – sim
Bacelar (Pode) – não
Bebeto (PSB) – não
Benito Gama (PTB) – sim
Cacá Leão (PP) – sim
Caetano (PT) – não
Claudio Cajado (DEM) – sim
Daniel Almeida (PCdoB) – não
Davidson Magalhães (PCdoB) – não
Elmar Nascimento (DEM) – sim
Erivelton Santana (PEN) – ausente
Félix Mendonça Júnior (PDT) – não
Fernando Torres (PSD) – não
Irmão Lazaro (PSC) – não
João Carlos Bacelar (PR) – sim
João Gualberto (PSDB) – não
Jorge Solla (PT) – não
José Carlos Aleluia (DEM) – sim
José Carlos Araújo (PR) – ausente
José Nunes (PSD) – não
José Rocha (PR) – sim
Josias Gomes (PT) – não
Jutahy Junior (PSDB) – não
Lucio Vieira Lima (PMDB) – sim
Márcio Marinho (PRB) – ausente
Mário Negromonte Jr. (PP) – sim
Nelson Pellegrino (PT) – não
Paulo Azi (DEM) – sim
Paulo Magalhães (PSD) – não
Roberto Britto (PP) – sim
Ronaldo Carletto (PP) – sim
Sérgio Brito (PSD) – não
Uldurico Junior (PV) – não
Valmir Assunção (PT) – não
Waldenor Pereira (PT) – não
Paraíba
Aguinaldo Ribeiro (PP) –Sim
André Amaral (PMDB) – sim
Benjamin Maranhão (SD) –SIM
Damião Feliciano (PDT) –Não
Efraim Filho (DEM) –Sim
Hugo Motta (PMDB) – sim
Luiz Couto (PT) – não
Pedro Cunha Lima (PSDB) – não
Rômulo Gouveia (PSD) – sim
Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – não
Wellington Roberto (PR) – não
Wilson Filho (PTB) – sim
Pernambuco
Adalberto Cavalcanti (Avante) – ausente
André de Paula (PSD) – não
Augusto Coutinho (SD) – sim
Betinho Gomes (PSDB) – não
Bruno Araújo (PSDB) – sim
Daniel Coelho (PSDB) – não
Danilo Cabral (PSB) – não
Eduardo da Fonte (PP) – sim
Fernando Coelho Filho (PSB) – sim
Fernando Monteiro (PP) – sim
Gonzaga Patriota (PSB) – não
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – não
João Fernando Coutinho (PSB) – ausente
Jorge Côrte Real (PTB) – sim
Luciana Santos (PCdoB) – não
Luciano Bivar (PSL) – sim
Marinaldo Rosendo (PSB) – sim
Mendonça Filho (DEM) – sim
Pastor Eurico (PHS) – não
Ricardo Teobaldo (Pode) – ausente
Sebastião Oliveira (PR) – sim
Silvio Costa (PTdoB) – não
Tadeu Alencar (PSB) – não
Wolney Queiroz (PDT) – não
Zeca Cavalcanti (PTB) – sim
Sergipe
Adelson Barreto (PR) – não
Andre Moura (PSC) – sim
Fábio Mitidieri (PSD) – não
Fabio Reis (PMDB) – ausente
João Daniel (PT) – não
Jony Marcos (PRB) – não
Laercio Oliveira (SD) – ausente
Valadares Filho (PSB) – não
Alagoas
Arthur Lira (PP) – sim
Cícero Almeida (Pode) – não
Givaldo Carimbão (PHS) – não
JHC (PSB) – não
Marx Beltrão (PMDB) – sim
Maurício Quintella Lessa (PR) – sim
Paulão (PT) – não
Pedro Vilela (PSDB) – não
Ronaldo Lessa (PDT) – não